quarta-feira, 7 de julho de 2010

Recomeçar,

É agora ou nunca, eu não quero mesmo ficar assim por ai chorando e lamentando tudo que aconteceu, vou começar de novo e ser feliz outra vez, vou amar alguém sem ter medo de errar, eu quero e vou conseguir, nada mais vai me atingir, não vou ficar chorando por derrotas, quero me erguer de novo e ser feliz outra vez, quem disse que eu não posso ter a felicidade que desejo? Eu quero, eu posso e eu vou conseguir ter de novo tudo aquilo que sempre sonhei, mesmo que tenha pessoas para atrapalhar eu não vou desistir, não vou desistir de um dia ser feliz.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Decepcionada , D:

Decepcionada com as pessoas que eu mais confiava na vida,
confiava de olhos fechados,
mas independente de como confiamos nas pessoas,
temos qe ter cautela,
por mais que confiemos,
temos de saber qe o ser humano muda,
& esse foi o meu defeito,
agora estou aqui sem chao,
porem em paz gracas a Deus...
Qria acreditar qe isso tudo foi um pesadelo,
mas infelizmente nao foi...
As pessoas qe eu mais confiava me apulhalaram,
se aproveitaram das minhas fraquezas,
Covardes, alem de covardes,
Hipocritas, na frente de uns e outros
se mostravam legais, amigos,
foram falsos & covardes ...
Mas tudo bem, nao desejo mal a eles,
para eles eu so desejo o bem em dobro de tudo que eles desejavam pra mim,
deixo nas maos de Deus,
o unico qe eu sei qe em ipotese alguma vai me abandonar,
porq eu nao sou perfeita, mas tento ser ...
& uma coisa qe eu nao sou eh falsa .. :/

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Eu queria muito,

Eu queria sair por aquela porta e conhecer alguém. Assim, sem precisar procurar no meio da multidão. Alguém comum, sem destaques evidentes, sem cavalos brancos ou dentes perfeitos. Alguém que soubesse se aproximar sem ser invasivo ou que não se esforçasse tanto para parecer interessante. Alguém com quem eu pudesse conversar sobre filosofia, literatura, música, política ou simplesmente sobre o meu dia. Alguém a quem eu não precisasse impressionar com discursos inteligentes ou com demonstrações de segurança e autoconfiança. Alguém que me enxergasse sem idealizações e que me achasse atraente ao acordar, de camisa amassada e sem "maquiagem". Alguém que me levasse ao cinema e, depois de um filme sem graça, me roubasse boas gargalhadas. Alguém de quem eu não quisesse fugir quando a intimidade derrubasse nossas máscaras. Eu queria não precisar usá-las e ainda assim não perder o mistério ou o encanto dos primeiros dias. Alguém que segurasse minha mão e tocasse meu coração. Que não me prendesse, não me limitasse, não me mudasse. Alguém com quem eu pudesse aprender e ensinar sem vergonhas ou prepotências. Alguém que me roubasse um beijo no meio de uma briga e me tirasse a razão sem que isso me ameaçasse. Que me dissesse que eu canto mal e que eu falo demais e que risse das vezes em que eu fosse desastrado. Alguém que me olhasse nos olhos quando fala, sem me deixar intimidado. Que não depositasse em mim a responsabilidade exclusiva de fazê-lo feliz para com isso tentar isentar-se de culpa quando fracassasse. Alguém de quem eu não precisasse, mas com quem eu quisesse estar sem motivo certo. Alguém com qualidades e defeitos suportáveis.
Que não fosse tão bonito e ainda assim eu não conseguisse olhar em outra direção. Alguém educado, mas sem frescuras; Engraçado e, ao mesmo tempo, levasse a vida a sério, mas não excessivamente. Alguém que me encontrasse até quando eu tento desesperadamente me esconder do mundo. Eu queria sair por aquela porta e conhecer alguém imperfeito. FEITO PRA MIM!

Texto postado de outro blog. Gostei muito e postei aqui !

domingo, 13 de junho de 2010

DESPEDIDA

Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.

A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.

Martha Medeiros

O verdadeiro amor

Para um cão, você não precisa de carrões, de grandes casas ou roupas de marca. Símbolos de status não significavam nada para ele. Um graveto já está ótimo. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Dê seu coração a ele, e ele lhe dara o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não. De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?

Marley and I

A decisão

Você sabe o que é sonhar, almejar muito algo ou alguém ? Você sabe o que é enfrentar todos e tudo, so pra continuar a almejar tanto esse sonho ? você sabe o que é descobrir que seu sonho, na realidade, nunca existiu ? mentiras completadas com falsas verdades ? um personagem inventado, num mundo irreal, mas aonde você, sempre vivenciou de forma tão transparente, e talvez seja este o erro. confiar com tanta facilidade, acreditar em histórias mirabolantes por conta do medo, acreditar na voz doce, dona das belas palavras, por causa do bom efeito que ela lhe causava.acreditar nas promessas, por aparentarem tão sinceras,mas não passam de mentiras, LINDAS mentiras! O que fazer então com o coração partido ? com o medo mantido ? E o vazio que não tende a passar ? com a certeza ? A certeza de que nada voltará a ser como era antes...
enquanto o tempo trata da minha dor, eu cuido de mim, sufocando cada grito que tentar escapulir, evitando as vozes ecoando na cabeça. Ignorando as lágrimas que insistem em cair. Insistindo em respirar, enfim ... Buscando forças lá do alto, para suportar, e assim, voltar a ser um dia, a mesma de antes de você aparecer, embora eu saiba que para isso terei que me desprender de você. E de tudo relacionado a você ! voltando pros braços daqueles que NUNCA me decepcionaram, que NUNCA mentiram pra mim ! Afinal, ninguém que diz me amar, conseguiu me magoar tanto, QUANTO VOCÊ !
Seria ilógico te aceitar na minha vida, mas, mais ilógico ainda, será conseguir manter meus olhos fechados sabendo que quando eu abrir...VOCÊ NÃO ESTARÁ LÁ.
E eu segurei meu coração em pedaços, por ainda amar você, quebrado, por temer conseguir esquecer você.

Por Mayana Bittencourt.